Moto G57 é lançado com novo chip Snapdragon de 4 nm e melhorias sutis

A Motorola apresentou o novo Moto G57, sucessor direto do Moto G56, cerca de seis meses após o modelo anterior. A principal novidade está no chipset Snapdragon 6s Gen 4 de 4 nm da Qualcomm, que promete mais eficiência e desempenho para o segmento intermediário.

Novo processador Snapdragon e desempenho aprimorado

O Moto G57 adota o novo Qualcomm Snapdragon 6s Gen 4, fabricado em processo de 4 nanômetros — um avanço importante em relação ao Dimensity 7060 presente no Moto G56. Embora a Motorola não tenha detalhado os ganhos de desempenho, espera-se uma melhoria geral em eficiência energética e processamento gráfico.

O modelo mantém bateria de 5.200 mAh com carregamento rápido de 30 W, oferecendo até 47 horas de uso por carga. Segundo a fabricante, a bateria preserva mais de 80% da capacidade original após 1.000 ciclos.

Tela fluida de 120 Hz e câmeras equilibradas

A tela continua sendo um dos destaques do aparelho: painel IPS de 6,72 polegadas, resolução Full HD+ (1080p), brilho máximo de 1.050 nits e taxa de atualização de 120 Hz, o que garante uma navegação fluida e boa visibilidade em ambientes externos.

No conjunto de câmeras, o Moto G57 mantém o sensor principal de 50 MP (Sony LYT-600) e a lente ultrawide de 8 MP, mas curiosamente reduz a câmera frontal de 32 MP para 8 MP — um retrocesso em relação ao G56. O sistema operacional vem atualizado para Android 16, embora a Motorola não tenha confirmado quantas versões futuras o modelo receberá.

Disponibilidade, cores e preço

O novo smartphone chega em quatro opções de cor, com a tonalidade vermelha substituindo o verde do modelo anterior. O Moto G57 já está disponível em alguns países do Oriente Médio e deve chegar em breve à zona do euro por €249, mesmo valor de lançamento do Moto G56.

Até o momento, não há informações sobre o lançamento no Brasil.

Um upgrade contido, mas estratégico

O Moto G57 representa uma atualização pontual, com foco no novo processador Snapdragon e na eficiência energética. Apesar da redução na câmera frontal, o equilíbrio entre desempenho, tela de alta taxa de atualização e autonomia deve manter o modelo competitivo no segmento intermediário.

Fonte: Notebookcheck